A Sétima Noite
A mãe de Robert estava preocupada com o filho, que só ficava em casa e parecia obcecado em números.
O menino até se deita cedo, e por precaução carrega consigo um pincel anatômico. O sonho se passa numa casa branca mais parecida com um cubo, Robert ajuda o Diabo dos números na construção de uma pirâmide, com cubos que pareciam de vidro ou plástico com fios dentro deles.
A pirâmide tinha em sua base 17 blocos, e as fileiras acima tinham sempre, seus blocos afixados entre dois blocos da fileira de baixo.
Quando o pirâmide ficou pronta o Diabo dos Números explicou à Robert a mágica que ela representava, tudo começa com o número 1, a partir daí, era só somar os dois cubos que estavam à cima e colocar o resultado. O diabo dos números ajudou Robert a concluir a soma da pirâmide, que tinha números muito grandes.
Robert logo notou que os números das bordas seriam sempre 1,
A fileira diagonal ao lado são as sequência de números comuns (1,2,3,4,5...).
A próxima fileira diagonal tem a sequência dos números triangulares.
Na pirâmide também se encontram número saltando e a sequência de Bonatchi.
O autor esclarece para o leitor que esta pirâmide, que serve como um monitor, não é para fazer quebrar a cabeça, muito pelo contrário, ela foi feita para preguiçosos, que quiserem poupar tempo, pois basta correr o dedo na pirâmide para encontrar os números sem ter que fazer contas para isso.
O diabo dos números nesta noite ainda mostrou a Robert uma coisa interessante, à medida que batia palmas alguns blocos se acendiam, como por exemplo, os números pares, formando vários triângulos de tamanhos diferentes dentro do próprio triangulo, só que de cabeça para baixo, ou ainda, batendo palmas acendiam apenas os números divisíveis por 5, e de novo triângulos de cabeça para baixo, o menino ficou encantado com tamanha “bruxaria”. A cada ordem do dos Números, a pirâmide se transformava em algo diferente mostrando a grandiosidade dos números.

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