sexta-feira, 21 de maio de 2010

Capítulo 9 - A nona noite

Robert está doente, portanto não vai a aula. O garoto não se livra dos sonhos com o diabo dos números e novamente ao adormecer Robert sonha que está sonhando com o diabinho em seu quarto. O diabo diz a Robert que como ele está de cama e precisa repousar não faria nenhuma viagem a algum "lugar estranho”, a aula seria ali mesmo, no quarto.

De repente o diabinho pede para os números entrarem no quarto, e de tantos números que apareceu Robert sentiu que seu quarto estava maior.

Aos poucos foram entrando mais e mais números, uma verdadeira infinidade. Quais eram? Números comuns, números ímpares, números primos, números de Bonatchi, números triangulares, números que saltam e os chamados números Bum! que são os números de possibilidades.

Lendo este capítulo despertou em nós uma certa curiosidade, como por exemplo, quantos números naturais existem? Os números naturais são infinitos. E se pararmos para contá-los, ficaríamos até o dia de São Nunca.


Vamos agora comparar os números ímpares com os números naturais. Podemos pensar que os números ímpares são a metade dos números naturais, já que números naturais são constituídos por números pares e ímpares alternados, não é? Mas o diabinho nos mostra que não é verdade e que isso não acontece! Existe exatamente o mesmo número de cada tipo! A cada número natural, desde um em diante, sempre existe um número ímpar. Podemos concluir a partir daí, que são infinitos os números naturais e infinitos os números ímpares:

Mas não para por aí... O mesmo acontece com os números primos, os números de Bonatchi, os triangulares, os quadrados ou ainda até os BUM! que são os de possibilidades. O diabinho nos mostra que por mais que não pareça estes conjuntos têm o mesmo número de elementos que os números naturais.



Aos poucos vamos descobrindo a infinidade dos números e a quais famílias (conjuntos) cada um pertence. O interessante é que o diabinho não dá respostas prontas, ele coloca as questões para Robert pensar. O mesmo acontece com a criança e o professor, se colocarmos as questões para as crianças e pedirmos para elas pensarem e responderem estaremos criando um raciocínio lógico em cada uma.

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